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Como praticantes budistas, tomamos Refúgio em três diferentes expressões da Mente Desperta: Buddha, Dharma, e Sangha. Cada um desses aspectos é um elemento precioso e necessário no Caminho budista, e por isso sãs chamados de Três Jóias.

1. Buddha: o Professor

Isto se refere, primeiro, ao Buda histórico, o professor original. Ele não era um deus, mas um ser humano como nós, e seu exemplo nos mostra que também nós podemos seguir o caminho da iluminação. Mais amplamente, o princípio de Buda se refere a todos os professores e seres iluminados que nos inspiram e guiam.

2. Dharma: Os Ensinamentos

O Darma budista começa com as verdades fundamentais que o próprio Buda ensinou – as Quatro Nobre Verdades, as Três Marcas da existência, o Nobre Caminho Óctuplo etc. – e inclui o vasto corpo de ensinamentos budistas que foram desenvolvidos nos 2.600 anos desde então. Vale ressaltar que a palavra sânscrita dharma também significa uma coisa ou objeto no sentido convencional. Em ambos os casos, a palavra denota uma lei básica ou verdade da realidade.

3. Sangha: a Comunidade de Prática

O termo Sangha refere-se tradicionalmente aos monásticos e arhats, nos quais os praticantes leigos se refugiam. Isso mudou no Ocidente, onde sangha passou a significar a comunidade de praticantes budistas em geral, tanto monásticos quanto leigos. Budistas também usam a palavra para descrever uma comunidade ou grupo específico, e você muitas vezes ouvirá as pessoas falarem sobre “minha sangha”, significando a comunidade budista à qual essas pessoas pertencem.